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Fotografia e Birding

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Tratamento de imagem – muito além de salvar fotos mal feitas

Posted by campossallesfotografia em 15/10/2010

Quando se fala em tratamento de imagem muitas pessoas pensam ser algo necessário apenas pra salvar fotos mal feitas. Tem sempre aquela perguntinha: “mas tem Photoshop aí?”, como se isso fosse algo ruim. Todas as fotos, mesmo antes da digital, tem “Photoshop”. Antes vc só entregava o filme no laboratório e lá eles faziam um tratamento, mesmo que muito básico, mas faziam. Hoje temos muito mais controle sobre o processo fotográfico, pois esse tratamento, necessário a praticamente TODAS as fotografias, é feito integralmente no computador, com todo o controle que quisermos.

O sensor da câmera digital possui limitações, mesmo as mais profissionais. Perdem feio se comparado à visão humana. Nós enxergamos muito mais tonalidades entre as altas luzes e as sombras, muito mais tridimensionalidade, cores, etc. Por isso o tratamento de imagem é necessário se quisermos extrair o máximo do arquivo RAW gerado pela câmera, pra tentar trazer a imagem de volta àquilo que enxergamos no momento que fizemos a foto. Costumo dizer que a fotografia em si representa uns 70% do processo de produzir uma grande imagem, o resto vai depender de sua habilidade no pós-processamento. Ninguém vai fazer isso pra vc. É um processo que começa no sensor da câmera, na hora de fotografar, e termina no computador (ou na impressão). Essa é a fotografia dos tempos modernos.

Veja as duas fotos abaixo, uma tem tratamento e a outra não. Teoricamente, tudo de certo que eu poderia fazer na hora da foto eu fiz. Ela está bem exposta (com os brancos no limite de estourar), a composição é interessante, etc. Mas essa não foi a imagem que eu vi na hora.

Foto SEM tratamento, do jeito que saiu da câmera.

A imagem que eu vi era mais parecida com essa abaixo. Tinha mais vida, mais cor, mais tridimensionalidade. A água refletia o lindo céu azul daquele dia de Junho no Pantanal e contrastava com o amarelo do bico da garça.

Foto COM tratamento.

Pra quem tem mais interesse sobre o assunto e quer aprender um workflow completo de um fotógrafo pra outro, estou lançando mais um workshop de tratamento de imagem na Guainumbi de 09 a 12 de dezembro. Ótima chance pra quem perdeu os 2 primeiros workshops. Não sei se vou conseguir fazer esse workshop no 1º semestre do ano que vem, então essa pode ser a última oportunidade por um bom tempo. As vagas são limitadas e algumas já estão pré-reservadas, corra e reserva já a sua!

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Resumo do workshop de tratamento de imagem

Posted by campossallesfotografia em 14/10/2010

Nesse feriado fiz o II Workshop de Tratamento de Imagem, na Guainumbi. Foi muito bom e, apesar do clima ruim na maior parte do tempo, todos aproveitaram. As aulas foram bem proveitosas e cobri desde assuntos básicos em tratamento de imagem até os mais avançados. Segue abaixo uma foto do grupo, tirada pela Milena.

Da esquerda pra direita: Eduardo Joel, Samuel Betkowsky, eu, Ivan Angelo, Flavio Sakae, André Luis, Charlie Flesch, Dario Sanches, Paulo Tinoco, Luis Roberto, Sylvio Coelho e Arthur Macarrão.

No último dia, na terça de manhã, o tempo estava bom e saímos pra fotografar no P.E. da Serra do Mar. Tinha muita araponga e fiz algumas fotos, também fotografamos uns bichinhos difíceis como o macuquinho (Scytalopus indigoticus) abaixo.

Passarinho difícil de fotografar, vive no chão da floresta, em emaranhados densos de vegetação.

A noite apareceram algumas corujas próximo à pousada, como a coruja-listrada (Strix hylophila), bom pra treinar técnicas de redução de olhos vermelhos 🙂

Ainda estou na dúvida se lanço mais um workshop similar a esse ou não. Caso vc tenha perdido esse ou o primeiro e tenha interesse em participar de um próximo me avise.

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A história de um lifer.

Posted by campossallesfotografia em 25/09/2010

Assim que cheguei na Pousada Embiara, nas margens do Rio Negro, em Aquidauana MS, perguntei ao Paul, o dono, se ele ouvia corujas por alí. Imaginei que sim pois a pousada fica instalada bem dentro de uma mata. A resposta era a que eu mais esperava, pois é um bicho que procuro faz tempo: “sim claro, temos a coruja-preta aqui, ela canta direto atrás da pousada!”

Não precisa nem dizer que fiquei super ansioso, esperando cair a noite. Assim que escureceu fui com um cliente e o Paul fazer uma caminhada numa estradinha dentro da mata. Logo encontro uma mãe-da-lua-gigante (Nyctibius grandis), um bicho realmente grande, com 50 cm, ainda vimos ele voando – envergadura enorme! E o mais legal é que ele estava cantando. É um som muito estranho…

Nyctibius grandis gravado por Sebastian Herzog na Bolivia.

Depois disso andamos mais um pouco e ouvimos um barulho alto de um bicho andando ao lado da estrada, a poucos metros de nós. Ele estava se movimentando, aparentemente nervoso pois fazia corridas curtas. Era uma anta com seu filhote, um de cada lado da estrada e nós no meio! Infelizmente não conseguimos ver nenhum dos dois, mas também não insistimos muito pra não estressa-los demais.

Um pouco a frente ouvimos vários caburés (Glaucidium brasilianum) cantando, mas nada da coruja-preta. Estava muito cansado da viagem longa daquele dia, fica pra outra noite. Só que nas duas noites seguintes o tempo esfriou bem e estava ventando, bem difícil pra coruja. Até tentei o playback mas nada, nenhuma resposta. Já estava achando que, mais uma vez, essa coruja ia me iludir.

Somente na quarta noite finalmente ela resolve cantar. Era uma noite mais quente e bem calma, embora sem lua alguma. Ouvimos ela cantando em uma árvore grande atrás da sede da pousada. Fui com o Stephan, filho do Paul, chamei com playback e ela veio na hora! Nem acreditei, ali na minha frente uma coruja-preta (Strix huhula). Fiz várias fotos, mas a melhor mesmo saiu no dia seguinte, quando ela apareceu novamente. Dessa vez não foi preciso nem fazer playback.

Strix huhula gravada por Myriam Velazquez no Paraguai. Canto similar ao que ouvi na maioria das vezes na Embiara.

Coruja-preta (Strix huhula). Nikon D700, Nikkor 600mm, SB-900

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Jaguars!

Posted by campossallesfotografia em 21/09/2010

Oi pessoal! Finalmente estou de volta, foi uma viagem longa pelo Pantanal, primeiro na parte norte, no Rio Cuiabá, Piquiri e outros próximo à Porto Jofre… território de muitas onças-pintadas, ou os jaguars, como os gringos a chamam. Acho que em nenhum outro local existem tantas onças quanto lá. A emoção de ver uma onça-pintada na natureza é indescritível, já tinha visto algumas na Amazônia, mas sempre muito distantes e por breves segundos. É um bicho enorme, lindo.

A razão pra grande quantidade de onças por lá têm várias explicações:

1) O ecossistema como um todo é muito rico, uma cadeia alimentar enorme, com muitas aves, jacarés e mamíferos variados como capivaras, queixadas, ariranhas, lontras, veados, etc. Ou seja, há muito alimento pras onças o que permite uma densidade populacional maior que na Amazônia, por exemplo, onde caçar não deve ser fácil.

2) O gado criado nas fazendas da região também pode ajudar a aumentar a população de onças, já que constitui outra fonte de alimento relativamente fácil de capturar, principalmente os bezerros.

3) No passado sei por experiência própria que os fazendeiros caçavam muitas onças na região pois essas atacavam seus gados. Hoje as leis são mais rígidas então esse tipo de caça é bem menor. Não se enganem, ainda ocorre, mas em menor quantidade que antigamente, até porque existe um turismo na região especializado em onças e portanto um lobby e fiscalização contra a caça delas, mesmo que isso crie conflitos com alguns fazendeiros.

4) Os rios da região sempre foram muito frequentados por barcos de pescadores. Com o tempo parece que as onças perderam o medo do barulho dos motores de popa, principalmente hoje em dia que a caça já não ocorre mais abertamente… a verdade é que as onças estão perdendo o medo do ser humano e esse pode ser o ponto-chave pra tantos avistamentos.

5) Parece que as onças na região gostam de caçar jacarés na beira do rio, o que as torna mais visível. Pelo menos vimos onças tentando capturar jacarés (e até uma ariranha!) em algumas ocasiões. Fala-se em cevas e não duvido que isso até ocorra, principalmente em outras regiões como em Cáceres, mas confesso que ali não vi nem sinal disso e conversando com os piloteiros eles desconhecem a prática. Até porque viamos as onças (no total 7 em 3 dias e meio) na beira dos rios em locais muito distintos e quase nunca paradas, sempre andando procurando jacarés. Ou seja, elas não estavam em um determinado ponto a espera de alimento.

Enfim, fiz muitas fotos nessa viagem, não só de onças claro… aos poucos vou postando. Por enquanto vai dessa pintada mal encarada.

Onça-pintada na beira do Rio Piquiri, divisa do MT com MS. Nikon D700, Nikkor 600mm + TC 1.4x

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Corujinha-sapo

Posted by campossallesfotografia em 24/08/2010

Esse fim de semana fui guiar um pessoal do Wikiaves, indo em uma viagem organizada pela Trip on Jeep, no Parque do Zizo. O aviso foi de última hora mesmo pois o guia que iria não pode ir, foi meio difícil fazer a logística mas no final deu tudo certo.

Conheci um pessoal bem legal que até então só conhecia pelo Wikiaves mesmo. A intenção maior era guiar pra observação de aves então nem levei o equipamento principal, só a 300mm f/2.8 mesmo pra tentar uma coruja a noite que a duas semanas atrás quando estive no Zizo com o Guilherme só passamos vontade pois estava chovendo. Dessa vez foi diferente. No sábado a noite estava perfeita pra corujas: quente, sem vento e com lua. Foi só escurecer que duas corujinhas-sapo (Megascops atricapilla) começaram a cantar. Clique no link abaixo pra ouvir o canto típico da espécie:

Corujinha-sapo gravada por Myriam Velasquez no Paraguai.

Me aproximei e toquei o playback e nada. Tentei várias vezes em outros locais e nada. Até que uma hora, bem na hora do jantar, ela cantou mais perto, ao lado de uma trilha. Deixei o jantar de lado e fui lá tentar. Toquei o playback e ela passou voando bem pertinho mas quando iluminava não achava nada, ela simplesmente sumia na vegetação densa do local! Isso aconteceu por várias vezes até que comecei, junto com o Sérgio Salvador, a entender onde que ela gostava de pousar. Bem dentro da vegetação densa, a cerca de 3 metros do chão ou menos. Começamos a ver ela algumas vezes, mas era só iluminar que ela voava. Até que uma hora consegui essa foto (ruim) abaixo, antes dela voar novamente. Mais tarde eu estava só iluminando e o Sérgio fez uma foto 10. A minha fica pra outra hora, pois depois ela não quis mais saber da gente e só tinhamos uma noite lá…

Corujinha-sapo (Megascops atricapilla), variante de olho escuro

Fora isso durante parte do sábado e do domingo registramos 147 espécies, com destaque para o entufado Merulaxis ater) e o andorinhão-estofador (Panyptilla cayenensis).

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Vai uma carona aí?

Posted by campossallesfotografia em 17/08/2010

Essa é pra quem vem de mais longe pra participar do Workshop de Tratamento de Imagem na Guainumbi, ou pra quem pensa em vir. Estamos disponibilizando uma Fiat Idea pra 4 pessoas pra fazer o transporte ida-e-volta. Ainda vamos marcar local e horário de encontro, acho que pode ser no Aeroporto de Guarulhos no início da tarde do dia 08 de Outubro. Na volta sai da Guainumbi após o almoço no dia 12.

Valor: R$ 650,00 pra ser rachado por até 4 pessoas.
Vagas: Já temos uma pessoa no carro, portanto restam 3. Havendo necessidade vamos pegar um segundo carro.
Incluso: Transporte ida-e-volta pra Guainumbi, carro com ar condicionado.

Se vc tem alguma dúvida por favor entre em contato. As vagas do curso já estão sendo preenchidas portanto se você tem interesse reserve logo a sua!

Vejam uma frase do amigo argentino Pepe, que participou do último curso:
“Octavio, uma das minhas fotos da Guainumbi foi selecionada como “Foto da Semana” por o sítio FOTO NATURALEZA da Argentina, que reúne os fotógrafos aficionados a essa atividade. Um pequeno reconhecimento, mas que me cheia de orgulho…. e que é devido a suas ensinanças.
Muito obrigado! Pepe”

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Novo workshop de tratamento de imagem!

Posted by campossallesfotografia em 04/08/2010

Pessoal, devido ao grande sucesso do primeiro, estou lançando mais um workshop de tratamento de imagem na Reserva Guainumbi, de 08 a 12 de Outubro. Fica aí a oportunidade pra quem não pôde ir antes. O tratamento de imagem é importantíssimo, é a segunda metade do processo de fotografia digital.

Nesse curso eu ensino desde o básico ao avançado, com os programas Adobe Lightroom 3 e Photoshop CS5, em um curso totalmente voltado para a edição de fotografias (não perdemos tempo com funções usadas mais em design). As aulas são dadas na excelente sala que o João Marcelo da Guainumbi montou na pousada. As instruções são passadas em uma TV LCD 32″. A sala possui mesas novas e muitas tomadas para os notebooks. De quebra ainda vamos fotografar MUITO na reserva e áreas ao redor, onde encontraremos desde saíras coloridas a grandes corujas.

Veja mais detalhes no link abaixo:
http://www.octaviosalles.com.br/workshops_tratamento.html

Inscrições abertas, garanta sua vaga!

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Visita ao Parque do Zizo

Posted by campossallesfotografia em 02/08/2010

Passei semana passada no Parque do Zizo com um cliente e, claro, fiz muitas fotos. O tempo estava razoável. No primeiro dia uma garoa fina e muito frio, nos outros de forma geral uma neblina forte que chegou a prejudicar em algumas fotos, como quando uma juruva-verde pousou na nossa cara! Mas lá é sempre bom e a viagem rendeu boas fotos. Também registramos 4 espécies novas pro parque, incluindo peixe-frito-pavonino (Dromococcyx pavoninus), que nome hein… um bicho raro. Ficou vocalizando todos os dias atrás da pousada, mas não conseguimos visualizar pois a área era inacessível e o bicho não estava interessado no playback.

A Mata Atlântica primária é uma das florestas mais bonitas do mundo, olha a variedade de árvores, a cachoeira… putz, perfeito. Pra essa foto eu peguei 4 imagens que fiz com a D700 e Nikkor 24mm f/2.8 e mandei pro Photoshop CS5 pelo Lightroom com a opção “Merge to panorama in Photoshop”. Lá o Photoshop fez o trabalho sozinho, e que trabalho…. ficou excelente, não dá pra perceber os pontos de junção. Automaticamente o programa também ajusta incompatibilidades de distorção nas bordas das imagens. Fantástico!

Catirumbavas (Orthogonys chlorycterus)

A catirumbava é uma espécie que está sempre em bandos grandes pelas copas das árvores, então quando elas descem temos que aproveitar! Gostei dessa foto pois passa melhor essa idéia de que é uma espécie que anda em bando.

Saíra-militar (Tangara cyanocephala)

Existe passarinho mais bonito que a saíra-militar? Se existe eu não conheço… É incrível como suas cores brilham, principalmente quando o céu está nublado, dessa forma não há qualquer reflexo nas penas, permitindo que a gente veja suas cores reais.

Sabiá-coleira (Turdus albicollis)

Ao contrário do sabiá-laranjeira, que é mais comum, o sabiá-coleira é bem mais exigente em relação ao habitat. Vivem em florestas e raramente se aventuram muito longe delas. Sempre quis uma boa foto da espécie, acho que agora consegui uma pelo menos…

Depois coloco outras fotos da viagem.

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Fotografando em um barco

Posted by campossallesfotografia em 25/07/2010

Uma das melhores formas de se aproximar da fauna é com um barco. Principalmente no Pantanal, onde grande parte dos animais se concentram nas margens dos rios ou nos próprios rios. Na minha última viagem ao Pantanal tentamos, sem muito sucesso, se aproximar de uma família de ariranhas. Infelizmente elas estavam extremamente ariscas devido ao fato de estarem com um filhote. É incrível como nadam rápido, literalmente em questão de poucos segundos podem percorrer uma centena de metros em baixo d’água.

No entanto encontramos uma lontra que permitiu um pouco mais de aproximação. Fomos seguindo ela rio abaixo com o silencioso motor elétrico. Aos poucos ela foi se acostumando com nossa presença e voltou a caçar. Capturou um peixe e foi pra margem comer ele. Nossa chance de se aproximar mais a fazer umas fotos. Conseguimos chegar bem perto e eu e meus clientes fizemos ótimas fotos dessa espécie geralmente arisca.

No barco eu fotografo com a 600mm, bem posicionada com o tripé, de forma que eu posso fotografar em ambos os lados do barco. Claro que quem se posiciona na proa tem a vantagem de poder fotografar pra frente também. Ao posicionar o tripé no barco é importante se certificar que ele está nivelado e também que suas pernas ocupam o maior espaço possível (além da abertura normal), garantindo melhor estabilidade e mais segurança.

Como o barco normalmente está em movimento, ao sabor da correnteza, fica difícil conseguir o foco com o modo tradicional de AF (single, na Nikon), pois ao fazer o foco e recompor o assunto já pode ter saído da distância de foco. A solução é usar foco contínuo e alterar a localização do ponto de foco pra pode evitar aquela composição centralizada. Dessa forma mesmo com o barco em movimento o foco é sempre atualizado.

A mesma técnica é usada pra fotografar muitos outros habitantes das margens dos rios:

Tapicuru-de-cara-pelada (Phimosus infuscatus)

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Resumo do workshop de tratamento de imagem

Posted by campossallesfotografia em 20/07/2010

Da última quinta-feira a domingo eu ministrei o curso de edição e tratamento de imagem na Reserva Guainumbi com um grupo muito especial. Confesso que as previsões do tempo antes do curso me assustaram um pouco, era de muita chuva e frio. Realmente choveu fino o tempo todo (com curtos intervalos) e fez bastante frio no 1º dia. Mesmo assim todos adoraram. Os comedouros estavam super requisitados e fizemos fotos boas sem precisar se molhar. A chuvinha até deu um charme especial nas fotos. A parte do curso em si foi feita na nova “sala de aula” da Guainumbi, que ficou muito boa, com TV LCD pra passar o curso, cadeiras novas e muitas tomadas pros notebooks. Cobri assuntos desde os mais básicos até os avançados, sempre totalmente focado na edição de imagem pra fotografia. Foi um curso de Lightroom 3 e PhotoshopCS5 de fotógrafo pra fotógrafo, não perdemos tempo com funções raramente utilizadas na edição de fotografias.

Fiz o video abaixo utilizando as filmagens gentilmente cedidas por um dos participantes do curso, Marco Guedes (valeu!). Como todos os videos, pra ver em HD e em tamanho maior clique no ícone HD a direita do video e depois no link pra ir pro site da Vimeo.

Tecelão (Cacicus chrysopterus)

Bico-de-veludo (Schistochlamys ruficapillus)

Saíra-lagarta (Tangara desmaresti)

Devido à procura estou pensando em refazer esse curso em Agosto. Caso tenha interesse favor entrar em contato.

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