Campos Salles Fotografia

Fotografia e Birding

Archive for the ‘Uncategorized’ Category

Falta de posts

Posted by campossallesfotografia em 13/09/2010

Oi pessoal, desculpe a falta de posts, é que estou no Pantanal no momento. Quando voltar tenho muitas fotos novas… onças-pintadas, corujas, araras, ariranhas, tucanos, etc.

abs!

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Novo membro da família

Posted by campossallesfotografia em 10/08/2010

Semana passada trouxemos pra casa um filhote de labrador, com quase 2 meses. O nome dele é Mano, afinal ele é Corinthiano como todos aqui, e não… não é em homenagem ao Mano Menezes, hehe. No jardim tem um chow-chow, um coelho e agora um labrador. Por enquanto ele está fazendo o que filhotes de labrador fazem de melhor: destruindo o jardim! (to exagerando, até que ele é bonzinho).

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E-mail com problema

Posted by campossallesfotografia em 10/08/2010

Pessoal, estava mudando meu site de hospedagem e tive um probleminha com o e-mail então fiquei ontem e hoje sem receber mensagens. Então pra quem enviou mensagem pra mim nesse período peço que envie novamente.

Obrigado

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Crédito

Posted by campossallesfotografia em 04/12/2009

Hoje não vou ter tempo de fazer um post mais detalhado, pois daqui a pouco estou saindo pra fotografar. Mas fica um lembrete: Toda foto publicada, não importa aonde ou como, deve conter o crédito do fotógrafo, o seu nome. Alguns clientes tentam jogar isso como sendo um favor, ou como desculpa para abaixar o preço, “nós vamos inclusive citar o seu crédito ao lado da foto…”. Não é favor nenhum, é LEI FEDERAL.

Toda foto publicada no Brasil deve, por lei, conter o crédito do fotógrafo ou da empresa detentora dos direitos autorais. Exceto quando o próprio autor coloca no contrato que não precisa citar o crédito.

Bom fim de semana!

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Mudança pra full frame

Posted by campossallesfotografia em 02/12/2009

 

Quem me conhece sabe que sempre fui um defensor do formato DX, a sigla da Nikon para sensor cropado 1.5x encontrado em câmeras como a D200, D300, D80, etc. Sempre achei e continuo achando um ótimo custo-benefício, principalmente pra fotografia de aves pois vc “ganha” 1.5 vezes mais alcance. Ou seja uma lente 300mm f/2.8 em sensor DX é, pra efeitos práticos, similar a uma 450mm f/2.8. O problema é que isso acontece com todas as lentes, incluindo as grande-angulares, e aí vc perde uma série de ótimas lentes profissionais, como a Nikon 20mm f/2.8. Lentes similares simplesmente não foram produzidas para formato DX.

Decidi mudar pra full frame (ou FX) e comprei uma D700, por algumas razões que listo abaixo:

– Poder usar estas lentes grande angulares e outras em suas distâncias focais reais. Minha 50mm agora é uma 50mm de verdade. Isso vai fazer diferença em alguns trabalhos.

– A qualidade de imagem proporcionada por esses sensores maiores é excelente, principalmente em ISOs mais altos. A D700 é basicamente uma D3 em tamanho menor. Vai dar pra fotografar aves em florestas sem utilizar flash com muito mais confiança.

– Ainda sobre qualidade de imagem, a latitude (gama de tonalidades capturadas) é bem maior que minha câmera antiga e acredito que isso também seja resultado desses sensores maiores.

– Tudo bem que eu realmente perco um pouco de distância focal, mas dá pra compensar isso tendo a possibilidade de cropar um pouquinho mais no computador sem perder qualidade necessária pra uma ótima impressão em papel.

Vamos ver ao longo do tempo se fiz uma boa mudança. Esse fim-de-semana acho que vai ter um teste de verdade…

1ª foto, tirada da janela do meu escritório. Nikon D700 + Sigma 300mm f/2.8 em 1/400 @ f/4.5 - ISO 500

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Cuidado com concursos de fotografia…

Posted by campossallesfotografia em 28/11/2009

Infelizmente uma prática muito ruim pro fotógrafo vem se tornando corriqueira em concursos de fotografia realizados no Brasil. Por exemplo semana passada foi lançado o concurso AVISTAR de 2010, o maior concurso de fotografia de aves brasileiras e o qual tive a honra de ganhar em 2007. É um evento impecavelmente organizado e importante, pra isso não tenho o que falar, a organização do evento é 10. Acontece que o contrato do Banco Itaú (maior patrocinador do evento) continua completamente desleal ao fotógrafo. Seguem as partes chave desse contrato:

 “Em decorrência da PREMIAÇÃO o CEDENTE, assim, dispondo de seus direitos, cede e transfere definitivamente, como de fato cedido e transferido tem, ao CESSIONÁRIO, todos e quaisquer direitos patrimoniais autorais decorrentes da FOTO.” 

O CESSIONÁRIO, neste ato, passa a ser o único e legítimo titular de todos os direitos patrimoniais autorais decorrentes da FOTO, podendo utilizá-la e reproduzi-la para os fins que desejar, inclusive para reproduzir a FOTO em seu material institucional ou publicitário, bem como permitir que quaisquer empresas sob controle direto ou indireto do ITAUSA – Investimentos Itaú S.A. e/ou quaisquer entidades sem fins lucrativos a utilizem para os mesmos fins descritos abaixo, independentemente do suporte que tal material utilize, como em revistas, jornais, televisão, mídia em geral (convencional ou eletrônica), catálogos, folhetos, relatórios, cartões postais…

Ceder todos os direitos patrimoniais e autorais da foto ??? Isso é loucura, não acontece em lugar nenhum do mundo, em absolutamente nenhum concurso de fotografia de renome internacional. A utilização de uma foto deve ser sempre bem delimitada e paga de acordo. Você não vende a foto, você licencia ela para determinado uso. As fotos individuais são o ganha-pão a longo-prazo do fotógrafo profissional. Uma excelente foto, a nível de ganhar um concurso importante, pode render em pouco tempo muito mais que o prêmio do concurso.

Aliás sobre o prêmio tem outra sacanagem no contrato. Eles colocam e amplamente divulgam o “excelente” prêmio de R$ 8.000…. po, 8 pau é uma grana, dá pra comprar aquele lente que você tanto sonhou né? Muita calma nessa hora. Na verdade você não vai receber R$ 8.000 caso ganhe o 1º prêmio. No contrato eles apenas falam que haverá imposto de renda retido na fonte descontado do prêmio, mas sorrateiramente não falam de quanto é esse desconto. Bem espertos né? Certamente eles não querem te desencorajar a participar do concurso. Mas eu falo, o desconto é de 30%. Ou seja, dos R$ 8.000 você iria receber R$ 5.600, uma diferença bastante considerável. E se vc ganhar uns dos prêmios menores (mais provável, estatisticamente), como o de honra ao mérito de R$ 500, no final vc iria ceder TODOS os direitos de sua foto por míseros e ridículos R$ 350 apenas!

Ou seja, dessa forma, ano após ano, o multibilionário Banco Itaú adquire a um custo baixíssimo um grande e ótimo banco de imagens de aves brasileiras (o mesmo vale pro outro concurso deles, de árvores floridas). Como eles passam a ter todos os direitos sobre a foto, eles podem literalmente fazer o que quiser com sua foto, inclusive licenciar a terceiros e lucrar sobre ela, sem te pagar ao menos 1 centavo a mais por isso! Basta dizer que uma única fotografia utilizada em uma campanha nacional do banco é provavelmente licenciada por um valor mais alto que o prêmio de R$ 5.600 (nem vou falar dos outros prêmios que é covardia), além de manter todos os direitos da foto ao autor, que pode continuar lucrando com ela, que só aí vc já percebe que não vale a pena. Principalmente que normalmente as fotos vencedoras são de aves raras, aves que muitas vezes pode demorar anos até que você encontre outra da espécie novamente. E uma coisa é encontrar, outra coisa é fazer uma foto boa.

Mas como lutar contra isso? Certamente o Banco Itaú não vai dar ouvidos às nossas reclamações? Talvez. A melhor forma de protestar é expondo publicamente sua opinião, como fiz aqui, e não participando do concurso. Aos poucos os fotógrafos profissionais, e teoricamente capazes de produzir as melhores fotos (afinal esse é o nosso trabalho!), vão deixando de participar. Vai virando um concurso só de amadores, de fotógrafos de fim-de-semana, e com isso a qualidade das fotografias obtidas vai caindo. Pode-se dizer que isso aconteceu com o concurso do SOS Mata Atlântica, que possui as mesmas cláusulas leoninas de contrato. Quem sabe assim, no futuro, o Banco Itaú não decida mudar seu contrato e espelhe o que acontece com concursos profissionais de fotografia no mundo afora. Seria muito bom pro ótimo movimento em prol da observação e conservação de aves, o AVISTAR e até pra própria imagem do Banco Itaú. Certamente, com o dinheiro que tem, o banco não precisa ficar “garimpando” fotos dessa forma.

Quem avisa amigo é.

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Behind the scenes: Livro “Pássaros”

Posted by campossallesfotografia em 16/11/2009

Video interessante de como fizeram o livro “Pássaros”, de Andrew Zuckerman. A tradução do título do livro no Brasil está errada tecnicamente, afinal nem todas as aves são pássaros, começando pela ave na capa do livro. É engraçado que uma obra desse tamanho tenha um erro tão besta como esse.

 O autor retrata uma série de espécies do mundo todo, aves de cativeiro em situações de estúdio. No video tem de tudo, desde ararinha-azul a condor.

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Albatrozes na praia? Acredite se quiser…

Posted by campossallesfotografia em 29/10/2009

Na viagem pra Lagoa do Peixe eu e o Guilherme Ortiz fizemos um registro bem interessante e improvável… vimos dezenas de albatrozes e petréis voando a algumas centenas de metros da praia! Pra quem não sabe essas são aves estritamente oceãnicas, no Brasil só são vistas várias milhas pra fora. Por exemplo mês passado durante uma pescaria em alto-mar só começamos a ver os albatrozes a 30 milhas da costa! Portanto ver essas aves enormes e fantásticas assim pertinho da praia é algo raríssimo!

Nesse dia na Lagoa do Peixe estava ventando NE bem forte, o que com certeza contribuiu pra aproximação dessas aves. Fiz algumas fotos só pra comprovar o registro mesmo, pois permaneceram longe, seguindo dois barcos pesqueiros. Aproximando bastante a foto dá pra especular quais espécies eram: albatroz-de-nariz-amarelo-do-atlantico (Thalassarche chlororhynchos) e jovens de petrel-gigante-do-sul (Macronectes giganteus). Esse albatroz eu vi também durante a pescaria. Nessa época do ano, com as águas esquentando, essa é a espécie mais comum em águas brasileiras. Durante o inverno a mais comum é o albatroz-de-sombrancelha (Thalassarche melanophris).

O albatroz-de-nariz-amarelo nidifica nas ilhas Tristão da Cunha, mais ou menos no meio do caminho entre a África do Sul e o Brasil. É muita água!

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A visão geral, sem crop. Dá pra ver as aves além da arrebentação.

albatroz

petrel

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